O Monolinguismo do Global

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Kaira M. Cabañas

Resumo

Este artigo empreende uma análise crítica de como “outras” histórias de arte (ou seja, a chamada arte não ocidental) são postas em prática como arte global em exposições que muitas vezes se fiam numa leitura da semelhança formal como história de arte global. Mais especificamente, seu foco é a exposição da produção criativa de pacientes psiquiátricos no circuito mundial de arte contemporânea. Examino a inclusão desse tipo de trabalho em exposições internacionais como a 55ª Bienal de Veneza (2013), e o retorno acrítico de categorias como o outsider art.


 Traduzido pela autora e Sérgio Bruno Martins

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Como Citar
CABAÑAS, Kaira M.. O Monolinguismo do Global. O que nos faz pensar, [S.l.], v. 26, n. 40, p. 119-134, june 2017. ISSN 0104-6675. Disponível em: <http://www.oquenosfazpensar.fil.puc-rio.br/index.php/oqnfp/article/view/552>. Acesso em: 10 dec. 2018.
Seção
Artigos