Memória em obra: um ensaio sobre Blade Runner 2049

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Sergio Bruno Martins

Resumo

Tomando como ponto de partida a relação entre o tratamento da memória em Blade Runner 2049 e a dupla matriz do realismo na literatura ocidental proposta por Eric Auerbach no primeiro capítulo de seu livro Mimesis, este ensaio busca analisar o sentido político do filme para além dos termos ditados pela lógica da representação. Para tanto, é abordada tanto a relação entre memória e subjetividade que o filme elabora, como também a propriedade de tratá-lo como uma obra de arte, e não como um mero produto cultural. O argumento é desenvolvido com especial atenção para a relação do protagonista K com a paisagem fílmica que o cerca, e também com dispositivos narrativos voltados ou bem para a sustentação de sua identidade, ou então para sua desintegração.

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Como Citar
MARTINS, Sergio Bruno. Memória em obra: um ensaio sobre Blade Runner 2049. O que nos faz pensar, [S.l.], v. 26, n. 40, p. 107-117, june 2017. ISSN 0104-6675. Disponível em: <http://www.oquenosfazpensar.fil.puc-rio.br/index.php/oqnfp/article/view/567>. Acesso em: 23 june 2018.
Seção
Artigos